quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A Inclusão Social do Idoso

A INCLUSÃO
SOCIAL DO IDOSO



A proposta de prolongar a vida das pessoas é coerente desde que seja consolidada com a promessa de desfrutar melhor qualidade de vida neste período de sobrevida que cada indivíduo receberá. Porém, o que se vê é a rejeição, o desrespeito e a exclusão social dos idosos.

Torna-se necessário aproveitarmos o momento propício em que nos encontramos, pois a maior produção mundial de alimentos, os avanços da ciência e medicina, a evolução tecnológica são norteadores do aumento paulatino da expectativa de vida dos seres humanos.

Os estudos também têm-nos mostrado que os idosos não perdem sua capacidade funcional se preparados com atividades físicas e mentais.

É necessário que estas atividades sejam observadas com certos critérios, pois atualmente elas são aplicadas com pouco ou quase nenhum controle na maior parte das instituições assistenciais, academias de ginástica e outras entidades

Em pesquisa recente tive a oportunidade de observar que o maior número de idosos praticantes de exercícios físicos e buscando conhecimentos são mulheres. Nas instituições assistenciais a atividade física mais praticada por elas é a dança de salão (não podemos esquecer o perfil social e lúdico que esta atividade folclórica representa para este público), nas academias de ginástica a mais praticada é a hidroginástica (este número é bem representado pelas indicações médicas) .

É importante salientar que, muitas das vezes, o idoso não necessita somente de força, equilíbrio, resistência e destreza, mas também de carinho, atenção, cuidados, lazer e contato social, auto-estima, o que muitas outras atividades podem colaborar muito nestes aspectos.

Cabe a nós, profissionais da saúde, nos organizarmos para melhor indicar estas atividades físicas. Investigando melhor o estado de saúde física e mental em que se encontra o idoso, seu nível de dependência, suas necessidades, seus anseios, seus temores, para assim, melhor estruturarmos programas de saúde com equipes interdisciplinares que sejam verdadeiramente dedicados aos nossos idosos.

Agora imagine-se bem velhinho. Como você poderá garantir o seu futuro se não se preparar para a sua velhice?

Então façamos já a nossa pequena parcela neste processo de resgate de valores. Se cada um de nós fizer o pouco que nos cabe, já será o bastante para vivermos com a garantia de um futuro melhor.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Fobia Social- Conceito, Sintomas e Tratamento

FOBIA SOCIAL ou TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL

Na fobia social a pessoa se sente ansiosa em "situações sociais", quando pode estar sendo observada pelos outros. A pessoa fica insegura, temendo pelo seu desempenho e preocupada com o que poderão pensar dela naquele estado. O grau de ansiedade pode ser muito intenso, podendo chegar a uma crise de pânico.

As situações sociais temidas podem ser variadas, como escrever na frente dos outros, falar em público, comer em lugares públicos, entrar em lugares cheios, ir a uma festa, fazer uma entrevista de emprego, conversar etc.

O Transtorno de Ansiedade Social pode ser classificado em dois subtipos. Um subtipo denominado generalizado, na qual a pessoa teme quase todas as situações sociais: conversar, namorar, sair em lugares públicos, falar, comer, escrever em público, etc
E um subtipo denominado não generalizado, ou restrito, no qual a pessoa teme uma ou poucas situações sociais específicas.

Durante a situação social a ansiedade tende a persistir levando a pessoa a ter que suportar níveis altos de sofrimento. Quando sai da situação, a ansiedade tende a diminuir significativamente, o que reforça tendências de fuga e evitação de novas situações. A expectativa de viver um evento social pode ativar ansiedade e levar a pessoa a evitar as situações sociais temidas. Este comportamento de evitação tende a ir limitando a vida da pessoa.

A fobia social se diferencia da timidez comum pelo grau de intensidade da ansiedade gerada antes e durante a situação social e pelo grau de prejuízos que traz à vida da pessoa, com comprometimentos que podem alcançar a esfera profissional, escolar e social. Poderia ser chamada de "timidez patológica".

Pelo caráter pouco conhecido do transtorno muitas pessoas só procuram ajuda quando seu quadro está associado a outros problemas. A fobia social tende a abalar a auto-estima da pessoa e pode contribuir para o desenvolvimento de depressão, abuso de álcool e drogas e outros quadros ansiosos.

A Fobia Social é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como um transtorno psicológico. As pesquisas indicam que entre 4 e 12% de pessoas vão apresentar transtorno de ansiedade social em algum momento de suas vidas.

SINTOMAS

Numa situação social temida a pessoa com fobia social apresenta sintomas de ansiedade e sintomas situacionais.

Os sintomas de ansiedade podem incluir palpitações, falta de ar, tontura, sensação de desmaio, enrubescimento, suor, etc.

Os sintomas situacionais podem variar como: tremer e não conseguir escrever, gaguejar, travar a garganta e não conseguir engolir, sentir vontade de ir ao banheiro, dar um branco e não lembrar de algo importante, etc. Estas reações produzem forte insegurança, levando a pessoa a duvidar de sua capacidade de conseguir desempenhar aquela função social.

É comum que a pessoa comece a temer antecipadamente sentir-se mal nas situações, o que dispara uma ansiedade antecipatória forte. Há um medo de se sentir embaraçado, inadequado e não se sair bem na situação. A dúvida e a incerteza produzem insegurança e ansiedade. Uma das conseqüências é a pessoa começar a evitar situações em que ela imagina que poderá passar mal, o que vai restringindo sua vida.

Uma das fantasias comuns é que os outros estão percebendo que ela está passando mal, percebendo sintomas como tremor, suor, rubor na face, alteração da voz, etc. Assim a pessoa vai ficando cada vez mais insegura e ansiosa, o que vai aumentando seus sintomas. Mesmo que ninguém esteja objetivamente olhando ou avaliando a pessoa, ela sofre com o pensamento de estar sendo observada, com receio que possam ver como ela está ansiosa, desajeitada, etc.

A análise psicológica costuma demonstrar que a pessoa com fobia social tende a colocar muita importância na opinião dos outros. É como se a pessoa estivesse des-centrada, como se o centro de sua consciência estivesse no olhar do outro e ela se olhasse a partir de fora. Há muita energia psicológica neste olhar de fora. É necessário trazer a pessoa de volta, para o seu centro interno.

TRATAMENTO

O tratamento psicológico da fobia social foca alguns pontos principais:

1 Ensinar a pessoa técnicas de autogerenciamento para aprender a regular o grau de ansiedade na situação. Este aprendizado diminui o impacto das reações de ansiedade, que minam o sentimento de segurança na situação. Desenvolve também o autocentramento, importante para a pessoa se sentir mais segura. Neste processo utilizamos métodos de autogerenciamento como o Método dos Cinco Passos, Técnicas de Relaxamento, trabalhos oculares para desenvolver a atenção, autocentramento e presença, técnicas de controle respiratório etc. Conforme a pessoa vai sendo capaz de regular sua ansiedade, aumenta seu sentimento de confiança.

2 Identificar e trabalhar com as distorções cognitivas que levam a pessoa a se sentir mais ansiosa. Há uma série de pensamentos que tendem a ficar distorcidos e exagerados, quando a pessoa, por exemplo, sente ser o centro da atenção (quando não é), imagina que estão olhando criticamente para ela (quando não estão), acha que os outros estão percebendo claramente seu estado interno (quando não estão), imagina que a ansiedade destruirá sua performance (quando poderia ter boa performance mesmo estando ansiosa) e prevê consequências catastróficas para a situação, exagerando os riscos de sua ansiedade. Aprender a identificar e avaliar objetivamente estes pensamentos ajuda a pessoa a construir uma perspectiva mais clara da situação, funcionando como um regulador da ansiedade.

3 Perder o medo da reação de ansiedade nas situações sociais. Na situação social, a pessoa teme ficar ansiosa e não saber como lidar com este estado e as consequências que ela imagina que poderiam advir. É importante perder o medo das reações de ansiedade e aprender como é possível ter um bom desempenho social com graus variados de ansiedade. Nesta etapa de utilizamos técnicas de exposição gradual com o auxílio do Role Playing, recriando situações temidas, além de exposição interoceptiva e exposição real.

4 Identificar e trabalhar as influências dos eventos e experiências de vida que podem ter contribuído para o desenvolvimento da fobia social. Como o sofrimento ocorre em situações sociais, seu desenvolvimento sofre direta influência das experiências anteriores de relacionamentos interpessoais e dos eventos que podem ter abalado a segurança da pessoa nos ambientes sociais. É comum, por exemplo, a pessoa se imaginar sendo observada por "alguém crítico”. Este “outro crítico” pode derivar da “projeção”, muitas vezes não consciente, de uma figura crítica da história de vida da pessoa. Pode ocorrer também a projeção de auto-críticas que a própria pessoa se faz e não assume. Durante o tratamento podem emergir memórias de situações sociais constrangedoras que a pessoa não se lembrava mais. Uma análise destes processos permite uma compreensão individualizada do caso e é fundamental para a superação deste estado de ansiedade social intensa.

Para a maioria dos casos de Fobia Social o tratamento psicológico especializado é suficiente, enquanto alguns casos mais severos se beneficiam de um tratamento conjugado de atendimento psicológico e medicação.

Sintetizando, um tratamento psicológico eficaz da fobia social inclui:

(1) aprendizado de autogerenciamento e autocentramento

(2) trabalho com as distorções cognitivas

(3) desensibilização gradual

(4) identificação e elaboração de experiências anteriores relacionadas à ansiedade social

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Psicoterapia Junguiana

Psicoterapia Junguiana











A Psicoterapia Junguiana tem como metas terapêuticas não só a conscientização das emoções, mas a análise dos conflitos não aceitos, expresso muitas vezes, através de sintomas, doenças e sofrimentos. O objetivo principal é ajudar a pessoa ao retorno de sua essência, de afeto, liberdade e bem estar, ou seja, o resgate de sua condição humana, individual, natural e sem deformações.
Algumas queixas, por exemplo: síndrome do pânico, depressão; podem exigir atuação de outros profissionais, mas com as sessões de psicoterapia a pessoa recupera sua qualidade de vida.
Cada pessoa é única, ainda que, vivendo numa coletividade. O que requer do profissional um trabalho cuidadoso, afetivo e personalizado.
A psicoterapia visa contribuir para que a pessoa retome o que lhe é próprio de seu temperamento que inconscientemente foi se distanciando.
À medida que ocorre a conscientização, a personalidade vai emergindo.

O tratamento ocorre em sessões semanais em dia e horário combinado. Por exemplo, uma pessoa com síndrome do pânico é provável que necessite de duas sessões por semana até que os sintomas tenham diminuído.
Nos casos de neurose ou de pessoas que sofrem depressão, gerando à falta de sentido em suas vidas, torna-se imprescindível o trabalho de reeducação e transformação.

Na terapia Junguiana a compreensão dos sonhos são ferramentas consideradas como mensagens da nossa mente inconsciente. O trabalho do terapeuta e do cliente com o sonho, busca ampliar a consciência de si mesmo, a integração, aceitação de aspectos desconhecidos pela pessoa e melhor compreensão das suas emoções gerando um amadurecimento.


Indicado para: Superação de timidez, fobias, depressão, síndrome do pânico, insatisfação, insegurança, nervosismo, ansiedade, agressividade, descontrole. Tratamento do aspecto psicológico e emocional presente nas psicossomatizações, insônia,taquicardia,enxaquecas.
Buscamos o autoconhecimento, otimização dos pontos fortes, resgatando o desenvolvimento da auto-estima, da inteligência emocional, favorecendo a vivência de relacionamentos afetivos, sexuais e qualidade de vida.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

TDAH - Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

TDAH – Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

Apesar do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) atingir até 6% da população, é ainda bastante desconhecido, inclusive por muitos profissionais da saúde, que acabam por tratar apenas das suas conseqüências.
A falta de diagnóstico e tratamento correto acarretam grandes prejuízos à vida profissional, social, pessoal e afetiva da pessoa portadora. Sem tratamento, outros distúrbios podem associar-se ao quadro, a auto-estima fica cada vez mais comprometida e a pessoa vai se isolando do mundo.
O indivíduo que tem TDAH pode ser inteligente, criativo e talentoso mas não consegue realizar todo seu potencial em função do transtorno.

O que é TDAH?
O transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Suas principais características são desatenção, impulsividade e hiperatividade.

Sintomas do TDAH em crianças e adolescentes
O principal sintoma é a dificuldade em manter o foco da atenção e/ou manter-se quieta, estes sintomas podem se manifestar de diversas maneiras:
• As crianças com TDAH, em especial os meninos, são agitadas ou inquietas, freqüentemente têm apelido de "bicho carpinteiro" ou coisa parecida.
• Na idade pré-escolar, estas crianças mostram-se agitadas, movendo-se sem parar pelo ambiente, mexendo em vários objetos.
• Mexem pés e mãos, não param quietas na cadeira.
• Falam muito e constantemente pedem para sair de sala ou da mesa de jantar.
• Têm dificuldades para manter atenção em atividades muito longas, repetitivas ou que não lhes sejam interessantes.
• São facilmente distraídas por estímulos do ambiente externo, mas também se distraem com pensamentos "internos", dando a impressão de estarem "voando".
• Nas provas, são visíveis os erros por distração (erram sinais, vírgulas, acentos, etc.).
• Pela falta de atenção, esquecem recados ou material escolar, aquilo que estudaram na véspera da prova.
• Tendem a ser impulsivas (não esperam a vez, não lêem a pergunta até o final e já respondem, interrompem os outros, agem antes de pensar).
• É comum apresentarem dificuldades em se organizar e planejar aquilo que querem ou precisam fazer.
• Seu desempenho sempre parece inferior ao esperado para a sua capacidade intelectual.
Quando portadores de TDAH se dedicam a fazer algo estimulante ou do seu interesse, conseguem permanecer mais tranqüilas. Isto ocorre porque os centros de prazer no cérebro são ativados e conseguem dar um "reforço" no centro da atenção que é ligado a ele, passando a funcionar em níveis normais.
O fato de uma criança conseguir ficar concentrada em alguma atividade não exclui o diagnóstico de TDAH.
O TDAH não se associa necessariamente a dificuldades na vida escolar, é mais comum que os problemas na escola sejam de comportamento do que de rendimento.
As meninas têm menos sintomas de agitação e impulsividade do que os meninos, embora sejam igualmente desatentas.

Diagnóstico do TDAH
O diagnóstico do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade é realizado pelo médico, em especial o psiquiatra, por meio de:
• História clínica,
• Testes e avaliações, como o questionários ASRS-18 e SNAP-IV.
• Exames complementares, tais como exames de sangue, avaliação da visão e audição, exames neurológicos e de imagens para descartar diagnósticos diferenciais.

Tratamento do TDAH
O tratamento do TDAH deve ser combinado e integrado, por meio de medicamentos, orientação aos pais e professores, e técnicas específicas que são ensinadas ao portador.
A medicação é parte muito importante do tratamento. Em 80% dos casos ajuda a pessoa a concentrar-se, a terminar suas tarefas sem interrupções, reduz a impulsividade e a agitação.


Teste e avaliações com hora marcada pelo Fone: ( 19 ) 3876-2488

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Aula de Ética e Cidadania para a Terceira Idade na Faculdade Anhanguera em Valinhos

Respeito


O respeito juntamente denota um sentimento positivo de estima por uma pessoa ou para uma entidade (como uma nação, uma religião, etc.) e também ações especificas e condutas representativas daquela estima. Respeito também pode ser um sentimento especifico de consideração pelas qualidades reais do respeitado (Ex: Eu respeito o julgamento dela). Pode também ser conduzido de acordo com uma moral específica de respeito. Ser rude é considerado uma falta de respeito (desrespeito) enquanto que ações que honram a alguém ou a alguma coisa são consideradas respeito. Morais especificas de respeito são de importância fundamental para muitas culturas. Respeito por tradições e autoridades legitimas são identificadas por Jonathan Haidt como um dos cinco valores morais fundamentais compartilhados para um maior ou menor por sociedades diferentes e indivíduos diferentes. Respeito não deve ser confundido com tolerância porque tolerância não diz necessariamente nenhum sentimento positivo, e não é compatível com desprezo, o contrário de respeito A palavra respeito vem do latim respicere que significa olhar para trás. Isso evoca a idéia de julgar alguma coisa em relação ao que foi feito quando é valoroso ser reconhecido. Além, a noção de respeito implica que pode ser aplicado para uma pessoa que fez algo certo, mas também para qualquer coisa afirmada no passado como uma promessa, a lei, etc. Isto também é porque na maioria dos idiomas, é dito que o respeito deve ser merecido.

Direitos e Cidadania
Cidadania (do latim, civitas, "cidade"), é o conjunto de direitos, e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.O conceito de cidadania sempre esteve fortemente atrelado à noção de direitos, no entanto, dentro de uma democracia, a própria definição de Direito, pressupõe a contrapartida de deveres, uma vez que em uma coletividade os direitos de um indivíduo são garantidos a partir do cumprimento dos deveres dos demais componentes da sociedade.
Direitos e deveres do Cidadão Constituição Federal de 1988
Devemos lutar para que os direitos sejam respeitados, e ao mesmo tempo, ter consciência dos deveres e cumpri-los.
Como Cidadão você tem direito de:
• Ir e vir em todo território nacional em tempo Paz;
• Direito de igualdade perante a Lei;
• Direito de não ser torturado e de não receber tratamento desumano ou degradante;
• Direito a sua intimidade, sua vida particular, sua honra, sua imagem, à inviolabilidade de seu domicílio, de sua correspondência, de suas comunicações telegráficas, de dados e telefônicas;
• Direito de liberdade de expressão de atividade artística, intelectual, cientifíca, literária, e de comunicação;
• Direito de reunião e às liberdades políticas e religiosas;
• Direito à Informação, Direito de propriedade;
Como Cidadão você tem o dever de:
• Votar para escolher nossos governantes e nossos representantes nos poderes executivos e legislativo;
• Cumprir a leis;
• Respeitar os direitos sociais de outras pessoas;
• Prover o seu sustento com o seu trabalho; alimentar parentes próximos que sejam incapazes;
• Educar e proteger nossos semelhantes, Proteger a natureza;
• Proteger o patrimônio comunitário; Proteger o patrimônio público e social do país; Colaborar com as autoridades
Direitos do Consumidor Cód. de Defesa do Consumidor
Os consumidores têm o direito de denunciar estabelecimentos comercias quando se sentir prejudicado por eles na aquisição de bens , produtos ou serviços.Abaixo seguem os casos mais comuns de abusos contara o consumidor:
• Preços diferentes nas gôndolas e no caixa; Produtos com prazo de validade vencido ou sem a data do vencimento;
• Mercadorias expostas nas vitrines sem preços;
• Financiamentos sem explicar o numero de prestação, valor total a vista, valor total aprazo e valor dos juros;
• Propaganda enganosa;

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Temperamentos Humanos

Os quatro temperamentos humanos


Todos nós, herdamos um temperamento dos nossos pais. Ele é a combinação de características congênitas que consciente ou inconsciente, afetam nosso procedimento.
Estas características do temperamento, podem e devem ser controlados, mas também pode durar algum tempo ou até uma vida inteira. Tudo depende da intensidade de como lidamos
com o nosso temperamento.


TIPOS DE TEMPERAMENTOS


1. SANGUÍNEO
É sempre cordial, eufórico e vigoroso. Receptivo por natureza, toma suas decisões pelos sentimentos e não através dos pensamentos ponderados.
Pela natureza apaixonada e envolvida que possui, contagia um ambiente repleto de pessoas pela sua presença.
Por não gostar de solidão e Ter es, funcionários de locais de atendimento ao grande convívio social, o sangüíneo sempre tem amigos. E são alvo de inveja de pessoas de temperamentos mais tímidos.
São bons vendedor público, professores, conferencistas, atores, operadores, pregadores e ocasionalmente bons chefes.

Partes positivas e negativas do sangüíneo

Partes positivas:

• Comunicativo
• Destacado
• Entusiasta
• Afável
• Simpático
• Companheiro
• Compreensível
• Crédulo

Partes negativas:

• volúvel
• indisciplinado
• impulsivo
• barulhento
• inseguro
• egocêntrico
• exagerado
• medroso

Fraqueza e problemas causados pelo sangüíneo
fraquezas: tomar atitudes baseadas em seus sentimentos, ser impaciente, Ter vontade fraca e dificuldade para terminar o que começa.
Problemas causados: É uma pessoa precipitada, se distrai com facilidade, desperdiça tempo e conversa, irrita-se facilmente, instabilidade financeira e profissional, não é persistente.


2. COLÉRICO
É ardente, vivaz, ativo, prático e voluntarioso. Por ser decidido e teimoso, torna-se auto- suficiente e muito independente.
Por ser ativo, estimula os que estão ao seu redor, não cede sobre pressões. Possui uma
firmeza no que faz, o que o faz freqüentemente obter sucesso.
Não é dado as emoções, por ser pouco analista, não vê as armadilhas na sua trajetória.
Muitos líderes mundiais e grandes generais foram coléricos. São sempre bons gerentes, planejadores, produtores ou ditadores.

Partes positivas e negativas do colérico

Partes positivas:

• energético
• resoluto
• independente
• otimista
• prático
• eficiente
• decidido
• líder
• audacioso

Partes negativas:
• intolerante
• vaidoso
• auto-suficiente
• insensível
Fraquezas e problemas causados pelo colérico

Fraquezas: É impaciente, não tem compaixão, é inflexível, impetuoso, incontrolável.
Problemas causados: Torna-se exigente com os seus, é uma pessoa de muitos argumentos, impiedoso nas decisões, ausência de bondade, cria padrões difíceis de serem alcançados, utiliza-se das situações.


3. MELANCÓLICO
É analítico, abnegado, bem dotado e perfeccionista. Isto o faz admirar as belas artes.
É introvertido por natureza. Mas as vezes é levado por seu ânimo a ser extrovertido. Outras vezes enclausura-se como caramujo, chegando a ser hostil.
É amigo fiel, mas não faz amigo facilmente, por ser desconfiado. Tem habilidade de analisar os perigos que o envolve. Força-se a sofrer e sempre escolhe uma vocação difícil, que envolva grande sacrifício pessoal.
Muitos dos grandes gênios do mundo, artistas, músicos, inventores, filósofos, educadores e teóricos, eram melancólicos. Podemos ver estas características em personagens bíblicos de projeção como, Moisés, Elias, Salomão, o apóstolo João e muitos outros.


Partes positivas e negativas do melancólico

Partes positivas:
• habilidoso
• minucioso
• sensível
• perfeccionista
• esteta
• idealista
• leal
• dedicado

Partes negativas:
• egoísta
• Amuado
• Pessimista
• teórico
• confuso
• antisocial
• crítico
• vingativo
• inflexível

fraquezas e problemas causados pelo melancólico

fraquezas: é uma pessoa crítica, voluntariosa em excesso.
Problemas causados: espera muito das pessoas, em troca do que faz. Intromete onde não deve, gasta tempo com o que não deve, atrapalhando seu serviço, tem aversão as pessoas que
tem ponto de vista diferente, entra em atrito com as pessoas que se opõe ao seu caminhar.


4. FLEUMÁTICO
É calmo, frio e bem equilibrado, raramente explode em riso ou raiva, mantendo sempre suas emoções sobre controle. É o único tipo de temperamento coerente, mas tem muito mais
emoção do que demonstra.
Por gostar do convívio social, não lhe faltam amigos, mas sempre encontra algo de engraçado nos outros. É simpático e tem bom coração. Não se envolve nas atividades alheias,sendo muito capaz e eficiente. É conciliador e pacificador. São bons diplomatas, administradores, professores e técnicos.


Partes positivas e negativas do fleumático


Partes positivas:
• Calmo
• cumpridor
• eficiente
• conservador
• prático
• líder
• diplomata
• bem humorado

Partes negativas:
• calculista
• Temeroso
• indeciso
• contemplativo
• desconfiado
• pretensioso
• introvertido
• desmotivado

fraquezas e problemas causados pelo fleumático

fraquezas: ser indiferente ao que o cerca, indolência, sabe como provocar os outros.
Problemas causados: magoa as pessoas através das suas piadas, não se esforça para realizar suas tarefas em ritmo satisfatório.
NOTA: antes de querermos enquadrar qualquer pessoa neste ou aquele temperamento, devemos inclinarmos para uma auto-avaliação. Estes temperamentos estão expostos diante de nós para ajudar, primeiro, nosso auto conhecimento, depois então usaremos para avaliação dos temperamentos alheios.


COMO OBTER VITÓRIA SOBRE NOSSO TEMPERAMENTO

Primeiro passo: estudar todos os temperamentos, e ver em qual deles nos encaixamos, ou seja, nunca poderemos vencer o efeito sem combater a causa. Precisamos diagnosticar o
nosso temperamento, listando as partes negativas para anularmos as fraquezas e problemas
causados. Se tiver uma pessoa de confiança poderá compartilhar para solicitar ajuda.

Segundo passo: orar e vigiar. Você deve orar não apenas apresentando sua fraquezas a Deus,
mas após a confissão deverá apropriar-se das promessas de Deus com relação ao seu problema.
A vigilância é fator preponderante na batalha do equilíbrio do nosso temperamento. Na verdade oração sem vigilância é o mesmo que um prédio sem alicerces. Você poderá construir
um “prédio de orações”, mas se não vigiar tudo acabará em nada.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Alimentação na Medicina Tradicional Chinesa

AULA INICIAL - Segundo Semestre

Curso: Saúde Interior Professor: Ricardo Moraes Magalhães

Alimentação na Medicina Tradicional Chinesa
O conceito energético da medicina chinesa é explicado através da concepção da dualidade energética do Yin / Yang, onde podemos definir que possuímos um estado energético mais denso denominado Yin como a parte material ( matéria, corpo físico, fisiologia orgânica ) e um estado energético mais etéreo denominado Yang como a parte sutil ( alma, mente, emoção ).
O alimento é resultado da interação energética do Céu ( Yang ) e da Terra ( Yin ), pois ela esta sujeita as alterações climáticas das estações, das características geográficas do local onde foi cultivado e da interferência do homem, quanto à forma de plantio e manejo das culturas.
Quando o alimento é ingerido estas duas formas de energia serão liberadas no nosso organismo, nutrindo, fortalecendo, reparando e harmonizando as nossas funções fisiológicas.

Dietoterapia Oriental:
Princípios para uma alimentação equilibrada
1- Comer de tudo um pouco
2- Comer combinando as cinco cores
3- Saborear os cinco sabores
4- Comer o que é produzido na época, safra ou estação
5- Comer o que é produzido na região onde vive
6- Mastigação: comer os líquidos e beber os sólidos
7- Moderar no comer e no beber sempre
8- Comer a plana como um todo o mais integral possível.

Cinco elementos na alimentação:

Elemento Madeira Fogo Terra Metal Água
Cor Verde Vermelho Amarelo Branco Preto
Sabor Ácido Amargo Doce Picante Salgado
Órgão Fígado Coração Estômago Pulmão Rins
Vísceras V.Biliar Int.Delg. Baço/Pânc. Int. Grosso Bexiga


e-mail: rm.magal@ig.com.br
blog: HTTP://ricardom.magalhaes.blogspot.com
Tel: ( 19 ) 3876-2488 / 9126-6337